terça-feira, 11 de dezembro de 2007

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Sfrega (5 photos)

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Bell Bottom Blues Derek and the Dominos

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VideoBell Bottom Blues Derek and the DominosDec 10, '07 8:03 PM
for everyone


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Feliz ano novo

Feliz ano novo!
Feliz desenvolvimento!

Olhem pelo o planeta, principalmente os lideres de cada nação, e com o Brasil não pode ser diferente, por se tratar de um pais em desenvolvimento o que se degreda por aqui é de uma voracidade atômica, crescimento sim se for sustentável.


Nas metrópoles com um trânsito infernal e poluição já em níveis inaceitáveis, com a facilidade que vendem-se carros hoje a indústria automobilística passa a ser um dos principais vilões do planeta, aquele que não tem esta sede de consumo, a propaganda lhe faz publico alvo, hoje todos tem que ter um carro. O setor imobiliário e seus belos Shopping Centers e condomínios, em lugares que não se sabe como conseguem licença para tais empreendimentos, é outro vilão, incrível o que se ver destes aglomerados hoje em dia, as cidades cada vez mais sem seus pedestres, marginalizadas entregues aos carros, (transporte coletivo, ciclovia, pedestre, estes não são nem de longe pilares dos projetos de desenvolvimento da nação) a pratica tem mostrado.

Do outro lado do continente la na menina dos olhos de todos (que querem tirar uma lasquinha) a que deveria ser a mais pura de todas as florestas, está a Amazônia, pobre Amazônia agonizando e pedindo socorro, e o que desengavetam os governos? projetos coxos que custam pequenas fortunas mas que não passa da implantação, muitos deles já foram feito e de nada adiantou para livrar nossa floresta da devassa que passa e tem passado, um dos pioneiros projetos foi pra gringo ver, com a vida tirada do incansável e imortal Chico Mendes( Criado na Floresta Amazônica, sem jamais freqüentar uma escola e tendo de trabalhar desde os 9 anos como seringueiro, Francisco Alves Mendes Filho, conhecido como Chico Mendes, foi responsável pela mais eficaz militância ecológica já ocorrida no país, tornando-se símbolo mundial da luta pela preservação da Amazônia. Para evitar a devastação da floresta e conservar o modo de vida dos habitantes locais, quer fossem índios, seringueiros, ribeirinhos ou pescadores, pregava a sua organização, a negociação pacífica com os pecuaristas e a criação das reservas extrativistas: áreas protegidas para usufruto da população que vive da exploração de recursos materiais renováveis e que deve, por lei, combinar preservação ambiental e desenvolvimento econômico e tecnológico. Provocou, no entanto, a ira de fazendeiros da região, sendo assassinado, em 1988, por Darli Alves da Silva e seu filho, Darci Alves Pereira. Sua trajetória política iniciou-se quando participou do II Congresso Nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), defendendo a tese Em Defesa da Floresta. Ao final do Congresso, foi eleito suplente da diretoria nacional do órgão. No final dos anos de 1970, ajudou a fundar os primeiros sindicatos do Acre, com o apoio da Confederação dos Trabalhadores Agrícolas (Contag) e da Igreja Católica. Em 1985, organizou o I Encontro Nacional de Seringueiro, destacando-se como principal liderança da região. Nos anos seguintes, mantendo incansável luta pela preservação da floresta, recebeu o reconhecimento internacional. Foi visitado por membros da Organização das Nações Unidas (ONU) e recebeu o Prêmio Global 500, conferido a pessoas que se destacam na defesa do meio ambiente. Em 1988, meses antes de sua morte, o governo federal, por meio do Ministério da Reforma Agrária, instalou a primeira reserva extrativista na Amazônia, cuja responsabilidade de organização ficou a cargo do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xapuri. Atualmente, existem aproximadamente 21 reservas, ocupando mais de 3 milhões de hectares da floresta. Depois de um século de trabalho semi-escravo devido à exploração da borracha, os seringueiros passaram a ser reconhecidos como uma categoria especial de trabalhadores rurais, que tanto vivem dos produtos da floresta como lutam por sua preservação. Já nos dias de hoje a imortal Irmã Dorothy ( Sobre a Irmã Dorothy Dorothy Mae Stang, conhecida como Irmã Dorothy foi uma freira norte-americana naturalizada brasileira.Pertencia às Irmãs de Nossa Senhora de Namur, congregação religiosa fundada em 1804 por Santa Julie Billiart (1751-1816) e Françoise Blin de Bourdon (1756-1838). Esta congregação católica internacional reúne mais de duas mil mulheres que realizam trabalho pastoral nos cinco continentes.Ingressou na vida religiosa 1948, emitiu seus votos perpétuos – pobreza, castidade e obediência – em 1956. De 1951 a 1966 foi professora em escolas da congregação: St. Victor School (Calumet City, Illinois), St. Alexander School (Villa Park, Illinois) e Most Holy Trinity School (Phoenix, Arizona).Em 1966 iniciou seu ministério no Brasil, na cidade de Coroatá, no Estado do Maranhão. Irmã Dorothy estava presente na Amazônia desde a década de setenta junto aos trabalhadores rurais da Região do Xingu. Sua atividade pastoral e missionária buscava a geração de emprego e renda com projetos de reflorestamento em áreas degradadas, junto aos trabalhadores rurais da Transamazônica. Seu trabalho focava-se também na minimização dos conflitos fundiários na região. Atuou ativamente nos movimentos sociais no Pará.A sua participação em projetos de desenvolvimento sustentável ultrapassou as fronteiras da pequena Vila de Sucupira, no município de Anapu, no Estado do Pará, a 500 quilômetros de Belém do Pará, ganhando reconhecimento nacional e internacional.A religiosa participava da Comissão Pastoral da Terra (CPT) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) desde a sua fundação e acompanhou com determinação e solidariedade a vida e a luta dos trabalhadores do campo, sobretudo na região da Transamazônica, no Pará. Defensora de uma reforma agrária justa e conseqüente, Irmã Dorothy mantinha intensa agenda de diálogo com lideranças camponesas, políticas e religiosas, na busca de soluções duradouras para os conflitos relacionados à posse e à exploração da terra na Região Amazônica.Dentre suas inúmeras iniciativas em favor dos mais empobrecidos, Irmã Dorothy ajudou a fundar a primeira escola de formação de professores na rodovia Transamazônica, que corta ao meio a pequena Anapu. Era a Escola Brasil Grande.Irmã Dorothy recebeu diversas ameaças de morte, sem deixar intimidar-se. Pouco antes de ser assassinada declarou: «Não vou fugir e nem abandonar a luta desses agricultores que estão desprotegidos no meio da floresta. Eles têm o sagrado direito a uma vida melhor numa terra onde possam viver e produzir com dignidade sem devastar.» Ainda em 2004 recebeu premiação da Ordem dos Advogados do Brasil (secção Pará) pela sua luta em defesa dos direitos humanos.FalecimentoA Irmã Dorothy Stang foi assassinada, com sete tiros, aos 73 anos de idade, no dia 12 de Fevereiro de 2005, às sete horas e trinta minutos da manhã, em uma estrada de terra de difícil acesso, a 53 quilômetros da sede do município de Anapu, no Estado do Pará, Brasil.Segundo uma testemunha, antes de receber os disparos que lhe ceifaram a vida, ao ser indagada se estava armada, Ir. Dorothy afirmou «eis a minha arma!» e mostrou a Bíblia Sagrada. Leu ainda alguns trechos das Sagradas Escrituras para aquele que logo em seguida lhe balearia.No cenário dos conflitos agrários no Brasil, seu nome associa-se aos de tantos outros homens, mulheres e crianças que morreram e ainda morrem sem ter seus direitos respeitados.O corpo da missionária está enterrado em Anapu, Pará, Brasil, onde recebeu e recebe as homenagens de tantos que nela reconhecem as virtudes heróicas da matrona cristã.Tags: CNBB Irmã Dorothy falecimento ), tomou-se algumas medidas que não funcionam, quantos ainda vão morrer nas mãos destes parasitas (organismo que vive à custa de outro) e a Amazônia sofre padece pede e nada se faz, o Xingu, na terra do meio ( Lá habitam mais de 200 famílias de ribeirinhos abandonadas pelo Poder ) onde era pra ser reserva a impunidade toma conta, os satélites registram a todo momento o choro da floresta e são lágrimas de fogo com cortinas de fumaças que tomam o pais mostrando a todos a desgraça anunciada e de nada adianta, que poder tem estes homens que tomaram a região e la colocaram suas leis acima do estado maior, e da vontade da maioria que é ver a floresta intacta e os nativos sem seus costumes violados, será muito o que se pede, é preciso acreditar que o capital pode tudo pra assistir a todo este cenário sem nada mudar.Acordemos, vamos arregaçar as mangas e com ela a garganta unamos e gritemos pelo Brasil, a nos o que é de ser, respeitem nossa pátria, tirem a ordem da burocracia, agora o que tem que ser agora.

Penso que, nada justifica a guerra, a paz é o elixir da vida, pobre o homem que se sente perturbado com a paz, mas o cenário que vive o pais se quisermos mudanças não é só com a lei que vamos atingir esse objetivo, essas quadrilhas já mostraram que querem está acima do estado e o que é mais grave, tem influencia no poder, se assim não fosse diferente seria, levantem a cabeça homens, pra mudar temos que lutar e quando digo lutar meus caros, vamos nos aproximar participar cobrar, está presente e se não for o suficiente, demos o nosso sangue pois a causa é urgente